Inception / A origem: artigo sobre o filme por Lia Helena Giannechini

Inception

    / A origem: artigo

sobre

    o filme por Lia Helena Giannechini

Eu tenho um livro que lançarei brevemente, que se chama Reinações de Nina no Mundo da Imaginação. Lá, Nina é um personagem do livro que Carol, uma professora de psicologia,  escreve, sobre os personagens de nossas mentes. Nele Nina, se aproxima de todos eles, fazendo com que eles se tornem seus amigos, e no final, todos fazem uma roda.

“Inception”, ou em português “A Origem”, mais do que Matrix, vai construindo o caminho de nossas defesas em nosso inconsciente. O filme, estrelado por Leonardo di Caprio, nos mostra as artimanhas de nossa mente e os truques ardilosos que ela monta quando tentamos mudar algo dentro de nossa imaginação. É muito engraçado, quando percebemos que temos que usar outros truques para desmontar o que nosso pensamento nos cria, e mesmo acessando sentimentos mais profundos, ainda assim, temos muitas escolhas a fazer. O filme trata este caminho, como uma poderosa ideia, mas eu acredito que é mais do que isto. São conexões emocionais que temos que aprender a deixar, talvez até destruir, em nossas mentes.

Reinações de Nina no mundo da imaginação, neste filme, faria um caminho um pouco diferente do que a proposto dele. Todas as defesas de nosso corpo são forças poderosas, que podem se tornar aliadas de nossos objetivos. No filme, ao se encontrar com obstáculos dentro da mente de quem eles querem inserir uma ideia, eles descem a planos inferiores. Na minha concepção podiam subir a planos superiores. É uma questão de escolha, de que lugar queremos estar com a pessoa que estamos na relação. Como é uma fantasia e precisa de ação, e dentro da mente, podemos subir ou descer, o autor preferiu descer aos patamares mais profundos. Mas, acredito eu, que patamares profundos não precisam ser necessariamente uma descida, e sim uma subida a planos mais elevados de compreensão do mundo interno.

Em Nina, o caminho escolhido é diferente deste. Entrevistamos estes personagens, para conhecê-los e torná-los nosso aliado. E eles se tornam poderosas forças de construção, que utilizamos em nossa vida, para movimentá-la no caminho que escolhemos. Mas os planos submersos fazem suas atrapalhadas sempre. Criam falsas ilusões, guerras e sensações de que nosso mundo está caindo. Isto é o mais louco de tudo!!! Porque na verdade estamos nos construindo, e a sensação é de estarmos paralisados, como se fossemos estátuas, mas chega uma luz e faz tudo se movimentar, nem sempre na direção que estamos tomando.

Por isto, mesmo que a ilusão seja de desmoronamento, é uma sensação vivificante, que nos liberta de uma contenção, dando forças para construção de uma nova estrutura. Assim, a sensação é de tudo estar ruindo, como pessoas petrificadas sendo desmontadas e virando pó, ou prédios e construções caindo, ou ainda um grande maremoto. Nossos sonhos estão recheados destas imagens.

O filme para mim, entende o caminho desta capacidade que todos nós temos dentro de nosso psiquismo, mas deixamos de lado, porque é um mundo totalmente intuitivo. Algumas pessoas tem a capacidade de gerenciar estas informações. Elas vêm das sensações e das imagens que produzimos em nosso interior. E eles se tornam mais intuitivos, mais capacitados para lidar com a realidade.

No livro Nina é um personagem que compreende estas modificações. Nina se torna uma pessoa que vai modificando sua vida, a partir da conversa com estes personagens.

O filme também usa deste recurso, quando coloca o tio falando com o sobrinho, aproveitando um personagem sugerido pelo homem onde vai ser implantada a ideia. Uma dica, um olhar sobre um objeto, um trejeito, uma palavra sempre pode ser uma aliança com nosso psiquismo. Estava caminhando com meu neto pela rua, passando por alguns portões fechados, e do lado de dentro um cachorro começa a latir assustando ele, que chora. Em nossas brincadeiras temos inventado formas de lidar com seus medos. Um deles de avião. O avião, quando ele faz tchau, vai embora rápido, deixando ele com a sensação de que este tchau o mandou embora. No caso do cachorro, inventamos na hora uma cara feia para o cachorro parar de latir. E, claro, depois que passamos do portão o cachorro para de latir, e ele fica com a sensação de que fazer a cara feia faz o cachorro parar de latir.

É nesta brecha da fantasia com a realidade, que temos uma força poderosa, aliada a nossa realidade suplementar (toda vida que criamos a partir de nossos sonhos), que faz da vida real uma construção de nossos sonhos. Um engenheiro que vai construir uma ponte, tem que sonhar com ela acordado, para neste sonho, construir ferramentas que façam este sonho se tornar realidade. E dentro do sonho podemos nos proteger de qualquer perigo, mesmo com sensações que nos levem a sentir como se estivéssemos machucados, morrendo ou mesmo sendo despedaçados. Estes são sonhos comuns de pessoas em depressão. E quando olham para eles, sempre se assustam com as imagens terríveis que nossa mente produz. É neste momento que percebemos algumas artimanhas de nosso psiquismo. Ele nos alerta, que nosso mundo está muito feio, muito desarrumado, muito despedaçado. Isto faz parte de nossos sentimentos. Sensações que temos pelo que estamos vivendo, neste momento. Ou lembranças que temos que impregnam nossa mente, por termos emoções que não conseguimos lidar.

O psiquismo tem uma arma poderosa de reconstrução. Ele repete tudo o que precisa, para resolver os dilemas e contradições que criou.

A vida nos coloca diante destas repetições. E ainda assim, poucos são os que reconhecem o efeito da própria mente, refazendo um caminho que ficou tortuoso, desarrumado, despedaçado. Este é o maior legado que temos das nossas forças ancestrais. Elas nos deixaram a marca de nossos sonhos repetindo situações para criar um novo jeito de funcionar. Reproduzindo temos a chance de reviver nossos dramas e achar novas soluções pois o cérebro é o órgão mais plástico que temos e se renova em suas funções para criar novas sensações.

Dormimos e sonhamos para nos atualizarmos constantemente.

Acredito que todas as pessoas que de alguma forma sentem os sofrimentos emocionais devem ver este filme. E quando sair o meu livro, também podem contar com este aprendizado. Nele aprendemos que tudo o que está em nossa mente pode ser mudado. E a realidade que vivemos faz parte daquilo que projetamos para nós mesmos, de um modo inconsciente.

Hoje eu entendo que quando acessamos esta realidade suplementar, fazemos nosso mundo, nossa realidade cotidiana se revolucionar.

English´s version

 

Inception / Origin: article on the film by Lia Helena Giannechini

I have a book that briefly cast, which is called Nina’s Adventures in World of Imagination. There, Nina is a character in the book that Carol, a psychology professor, writes about the characters in our minds. In it Nina, approaching all of them, causing them to become friends, and in the end, all make a wheel.
“Inception,” or in Portuguese “The Origin”, rather than the Matrix, the way will build our defenses in our unconscious. The film, starring Leonardo di Caprio, shows us the tricks of the mind and the cunning tricks she rides when we try to change something in our imagination. It’s really funny when we realize that we have to use other tricks to dismantle what it creates in our thinking, and even accessing deeper feelings, yet we have many choices to make. The film comes this way, as a powerful idea, but I believe it’s more than that. They are emotional connections that we have to learn to leave, perhaps even destroy, in our minds.
Nina’s Adventures in the world of imagination, this film would make a path somewhat different from that proposed it. All the defenses of our body are powerful forces that can become allies of our goals. In the film, when meeting with obstacles within the mind of who they want to insert an idea, they descend to the lower planes. In my mind could rise to higher planes. It is a matter of choice, which place we want to be with the person we are in relationship. How accurate is a fantasy and action, and within the mind, we can go up or down, the author chose to descend to the deepest levels. But I believe that deep levels need not be a descent, but an ascent to higher planes of understanding the inner world.
In Nina, the path chosen is different from this. We interviewed these characters to know them and make them our ally. And they become powerful forces of construction, which we use in our lives, to move it in the way we choose. But their plans are hindered when submerged. Create false illusions, wars, and sensations that our world is falling. This is the craziest of all! Because in fact we are building, and the feeling is of being paralyzed, as if we were statues, but there comes a light and makes everything move, not always in the direction we are heading.
Therefore, even if the illusion is collapsing, is an invigorating feeling that sets us free from restraint, giving strength to build a new structure. So, it feels everything is falling apart, as people petrified being dismantled and turned to dust or falling buildings and structures, or a large tsunami. Our dreams are filled with these images.
The movie to me, understand the way this capacity that we all have within our psyche, but put aside because it is a world totally intuitive. Some people have the ability to manage this information. They come from sensations and images that we produce in our interior. And they become more intuitive, more able to deal with reality.
In the book Nina is a character who understands these changes. Nina becomes a person who is changing his life, from the conversation with these characters.
The film also uses this feature, when you put Uncle talking to nephew, taking advantage of a character suggested by the man where the idea will be implemented. A tip, a look at an object, a grimace, a word can always be an alliance with our psyche. I was walking down the street with my grandson, passing through some locked gates and inside a dog starts barking scaring him, weeping. In our games we have invented ways to deal with their fears. One airplane. The plane, when he makes bye goes away quickly, leaving him with the feeling that this bye sent him away. In the case of the dog, invented at the time an ugly face to the dog stop barking. And of course, after we passed the gate the dog barking, and he gets the feeling that make the ugly face makes the dog stop barking.
It is this gap between fantasy and reality, we have a powerful force, coupled with our surplus reality (all life that we create from our dreams), which is a real-life construction of our dreams. An engineer who will build a bridge, you have to dream about it agreed to this dream, build tools to make this dream come true. And in the dream we can protect ourselves from any danger, even with feelings that cause us to feel as if we were injured, dying or being slaughtered. These are dreams of common people in depression. And when you look at them, always frightened by the horrific images that our mind produces. This is where we see some tricks of our psyche. He warns us that our world is very ugly, very messy, very broken. This is part of our feelings. Feelings we have for what we are living right now. Or we have memories that pervade our minds, emotions that we can not handle.
The psyche has a powerful weapon of reconstruction. He repeats everything you need to solve the dilemmas and contradictions created.
Life confronts us with these repetitions. And yet, there are few who recognize the effect of his own mind, retracing a path that was tortuous, messy, broken. This is the greatest legacy we have of our ancestral forces. They left us the mark of our dreams repeated situations to create a new way of operating. Playing have a chance to relive our dramas and find new solutions because the brain is the organ that we have more plastic and renewed in its functions to create new sensations.
We sleep and dream for us to update it constantly.
I believe that all people who somehow feel the emotional pain should see this movie. And when you leave my book, can also count on this learning. In it we learn that everything is in our mind can be changed. And the reality we live is part of what we project for ourselves, in a way unconscious.
Today I understand that when accessing this situation further, we make our world, is revolutionizing our everyday reality.

Traducción en Español

 

Inception / Origen: artículo sobre la película de Helena Lia Giannechini

Tengo un libro que publicará en breve, llamada As Aventuras de Nina  en el Mundo de la Imaginación. Allí, Nina es un personaje del libro que Carol, profesora de psicología, escribe sobre los personajes de nuestras mentes. En él, Nina, acercándose a todos ellos, hacie que se convierten en amigos, y al final, tengan una rueda.
“Inception”, o en portugués “El Origen”, como la Matrix, dice la forma en que construimos nuestras defensas en nuestro inconsciente. La película, protagonizada por Leonardo di Caprio, nos muestra los trucos de la mente y los trucos astutos se monta cuando tratamos de cambiar algo en nuestra imaginación. Es realmente divertido cuando nos damos cuenta que tenemos que usar otros trucos para desmantelar lo que crea en nuestra forma de pensar, y incluso acceder a sentimientos más profundos, sin embargo, tenemos muchas opciones a hacer. La película trata las ideas, como una idea poderosa, pero creo que es más que eso. Son las conexiones emocionales que tenemos que aprender a salir, tal vez incluso destruir, en nuestras mentes.
As Aventuras de Nina en el mundo de la imaginación, esta película sería una forma ligeramente diferente de lo que propone, la pelicula Inception. Todas las defensas de nuestro cuerpo son fuerzas poderosas que pueden convertirse en aliados de nuestros objetivos. En la película, Inception, cuando se reunió con los obstáculos en la mente de quien lo desee insertar una idea, que descienden a los planos inferiores. En mi mente podría elevarse a planos superiores. Se trata de una cuestión de elección, que el lugar que queremos estar con la persona que somos en la relación. ¿Qué tan precisa es una fantasía y acción, y dentro de la mente, podemos ir hacia arriba o hacia abajo, el autor eligió para descender a los niveles más profundos. Pero creo que los niveles de profundidad no tiene por qué ser un descenso, pero un ascenso a planos superiores de la comprensión del mundo interior.
En Nina, el camino elegido es diferente de este. Entrevistamos a estos personajes para conocerlos y hacer que nuestro aliado. Y se convierten en poderosas fuerzas de la construcción, que usamos en nuestras vidas, para avanzar en el camino que elegimos. Pero sus planes se ven obstaculizados cuando se sumergen. Crear falsas ilusiones, las guerras, y las sensaciones que nuestro mundo se está cayendo. Este es el más loco de todos! Porque, de hecho, estamos construyendo, y la sensación es de estar paralizado, como si fuéramos estatuas, pero llega una luz y hace que todo se mueva, no siempre en la dirección nos dirigimos.
Por lo tanto, aun cuando la ilusión se derrumba, es una sensación vigorizante que nos hace libres de restricciones, dando fuerza para construir una nueva estructura. Por lo tanto, se siente todo lo que está cayendo a pedazos, como las personas petrificadas de ser desmontado y convertido en polvo, o la caída de edificios y estructuras, o un gran tsunami. Nuestros sueños están llenos de estas imágenes.
La película para mí, entender la forma en que esta capacidad que todos tenemos dentro de nuestra psiquis, pero dejar a un lado porque es un mundo totalmente intuitiva. Algunas personas tienen la capacidad de manejar esta información. Vienen de sensaciones e imágenes que producimos en nuestro interior. Y se vuelven más intuitivo, más capaz de lidiar con la realidad.
En el libro de Nina es un personaje que entiende estos cambios. Nina se convierte en una persona que está cambiando su vida, desde la conversación con estos personajes.
La película también utiliza esta característica, cuando se pone a hablar del tío al sobrino, aprovechándose de un personaje sugerido por el hombre en el que se implementó la idea. Un consejo, una mirada a un objeto, un gesto, una palabra que siempre puede ser una alianza con nuestra psique. Yo estaba caminando por la calle con mi nieto, que pasa a través de algunas puertas cerradas y dentro de un perro empieza a ladrar asustarlo, llorando. En nuestros juegos hemos inventado maneras de lidiar con sus temores. Un avión. El avión, cuando hace bye desaparece rápidamente, dejándolo con la sensación de que este texto de que se fuera. En el caso del perro, inventado en el momento de una cara fea a la parada de ladridos de perro. Y, por supuesto, después de pasar la puerta de los ladridos del perro, y él tiene la sensación de que hacen el feo rostro hace que el perro deje de ladrar.
Es esta brecha entre la fantasía y la realidad, tenemos una fuerza poderosa, junto con nuestra realidad suplementaria (toda la vida que creamos de nuestros sueños), que es una construcción de la vida real de nuestros sueños. Un ingeniero que va a construir un puente, usted tiene que soñar con ella accedió a este sueño, construir herramientas para hacer realidad este sueño. Y en el sueño nos podemos proteger de cualquier peligro, incluso con los sentimientos que nos hacen sentir como si nos resultaron heridos, moribundos o sacrificados ser. Estos son los sueños de la gente común en la depresión. Y si nos fijamos en ellos, siempre asustados por las terribles imágenes que nuestra mente produce. Aquí es donde podemos ver algunos trucos de nuestra psique. Él nos advierte que nuestro mundo es muy feo, muy sucio, muy roto. Esto es parte de nuestros sentimientos. Los sentimientos que tenemos para lo que estamos viviendo en estos momentos. ¿O tenemos recuerdos que invaden nuestras mentes, emociones que no podemos manejar.
La psique tiene un arma poderosa de la reconstrucción. Repite todo lo que necesita para resolver los dilemas y las contradicciones creadas.
La vida nos enfrenta con estas repeticiones. Y, sin embargo, son pocos los que reconocen el efecto de su propia mente, desandando un camino que fue tortuoso, sucio, roto. Este es el mayor legado que tenemos de nuestras fuerzas ancestrales. Nos han dejado la marca de nuestros sueños repetidos situaciones para crear una nueva forma de operar. Reproducción de tener la oportunidad de revivir el drama y encontrar nuevas soluciones debido a que el cerebro es el órgano que tenemos más de plástico y renovado en sus funciones para crear nuevas sensaciones.
Dormimos y soñamos para nosotros que lo actualice constantemente.
Creo que todas las personas que de alguna manera se siente el dolor emocional debería ver esta película. Y cuando salga mi libro, también puede contar con este aprendizaje. En ella nos enteramos de que todo está en nuestra mente se puede cambiar. Y la realidad en que vivimos es parte de lo que proyectamos de nosotros mismos, en forma de un inconsciente.
Hoy comprendo que cuando se accede a esta situación más allá, hacer de nuestro mundo, está revolucionando nuestra realidad cotidiana.

 

 

59 comentários em “Inception / A origem: artigo sobre o filme por Lia Helena Giannechini

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