Publicado em História, psicologia

TRAIÇÃO E O VAZIO DE UM EU

TRAIÇÃO COM FRASE

“Por traz de toda traição existe o descontentamento sem limites onde a fraqueza e o vazio é mais forte do que a própria existência”

Assisti a Sr. Selfridge uma série que passa na Netflix.

No episódio quatro a mulher o trai com um beijo, para revidar as traições dele com a amante, que era a modelo da loja.

Fiquei pensando!!! Desde os primórdios essas traições são muito doídas. E o que faz sofrer demais é romper com as amarras de um tipo de cultura onde as pessoas ficam invisíveis em seu mundo. Dói na alma deixar de ser um produto da sociedade e assumir as nossas experiências por nós mesmo!!!

A Sra. Selfrieg precisava ser notada e escolheu o caminho da sedução para isto. Ao se interessar pelo pintor, rompeu com as amarras de um tipo de cultura pra ser ela mesma. Pra se dar valor, pra olhar em seu mundo e se ver. Podia ter escolhido fazer o bem para outras pessoas ao seu redor!!! Também seria notada!!!

E isso é o que magoa mais em uma traição. A verdade estampada nos braços de outras, quando deixamos de existir para nós mesmo!!!

Difícil entender como isso é uma alavanca para um crescimento, uma rebelião produtiva!!!

Mas a vida vai nos trazendo essas lições, para aprendermos a voltar para nosso Eu e dar conta de nossa existência, nem sempre muito produtiva e feliz.

É assim que aprendemos a deixar de lado a sociedade e voltarmos ao Eu.

É um tempo de recolhimento, de olhar para o vazio e dizer que é possível ser feliz, com ele e apesar dele.

Porque não queremos tudo. Amamos o que temos ao redor.

E esse “tudo” é uma razão ilusória plantada em nossa cabeça, por uma cultura piegas, que não nos deixa ver as imperfeições de todos os seres humanos: o vazio e as fraquezas.

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Autor:

Lia Helena Giannechini Nasceu na cidade de São Paulo, Brasil. Viveu sua primeira infância no Bairro de Santana, residindo em Santos em sua adolescência, onde estudou no Colégio São José, compondo as primeiras poesias, com a influência de J. G. de Araujo Jorge, nos anos 60. A formação humanista, leva a escolha da profissão de psicóloga. Mora atualmente em Piracicaba, realizando um trabalho como Coaching Social e empresarial, donde nasce a experiência para o livro atual. É autora de um livro de contos, Doido, Eu? Editora clube dos autores, 2012, sobre mendigos e andarilhos, diversos artigos sobre psicologia e o Blog www.alemdooceano.wordpress.com, com todas as poesias e artigosque escreveu. Co-autora do livro Poesias Contemporâneas da Editora Matarazzo,de junho de 2016, com duas poesias inscritas. Sua primeira incursão no mundo das poesias. https://www.skoob.com.br/poesias-contemporaneas-ii-605894ed605932.html Foi convidada por Sylvio Rey Reboledoa ministrar os cursos de introdução ao psicodrama, para lideres comunitários em Cali, Colômbia, pela Casa de Justicia de AguaBlanca, onde recebeu o título de cidadã benemérita em Ginebra, Vale delCauca, pelos serviços prestados à comunidade, que a recebeu de braços abertos em 2010. Já ministrou diversos cursos próprios, como Mitologia Pessoal e a Roda do Zodíaco, Além da Extensão da Mente: Oficina de Criatividade, Mitologia Pessoal – oficina de desenvolvimento humano. Oficina de Coordenação e Desenvolvimento de Grupos, Oficina de Criatividade. Trabalhou como consultora de treinamentos, em empresas como Gerdau e Engebrás. É autora de diversos artigos para o Jornal de Piracicaba de 1985 a 1987. Seu trabalho atual como Coaching prepara o jovem adulto para empreender e transformar seu conhecimento em um negócio próprio, além de desenvolver fases para consolidar as carreiras de jovens profissionais. Seu trabalho com escritora desenvolve projetos com equipes da comunidade. Atualmente faz parte do clube caiubi de compositores, onde alguns parceiros musicam suas poesias, transformando a experiência de letrista, em um processo novo e criativo. Atualmente faz parte do clube caiubi de compositores, onde alguns parceiros musicam suas poesias, transformando a experiência de letrista, em um processo novo e criativo.

2 comentários em “TRAIÇÃO E O VAZIO DE UM EU

  1. Quando alguém usa a traição para vingar a dor sofrida pela traição do parceiro(a), creio que a emoção se sobrepõe à razão, pois não há causa que não produza efeito e ao buscar vingança na traição, o individuo deixa de pensar racionalmente, só busca o efeito que vai provocar com essa atitude sem fazer uma introspecção do que está errado no casal, pois o erro, salvo raras excepções, nunca é unilateral, ambos à sua maneira contribuem para a situação, a falta de afecto, amor, desinteresse leva à desilusão, que por sua vez traz a carência afectiva, gerando uma bola de neve que provavelmente acabará em separação.

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